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Guia de vendas de seguros: estratégias para atrair clientes e fechar mais negócios

  • Por Redação Agger
  • fevereiro 2, 2026
Índice

A venda de seguros acontece hoje em um mercado com mais de 148 mil corretores de seguros ativos no Brasil, entre profissionais e empresas registrados na SUSEP. Esse volume ajuda a entender o nível de concorrência. 

O corretor disputa a atenção do cliente com outros corretores de seguros, com bancos digitais e com seguradoras que vendem direto ao consumidor, em jornadas cada vez mais curtas e simples.

Nesse cenário, o cliente compara rápido, decide rápido e espera respostas no mesmo ritmo. Quando a carteira cresce sem método, a operação começa a dar sinais claros de desgaste:

  • cotações demoram;
  • histórico de conversas se perde;
  • renovações passam despercebidas; e
  • a rotina vira um conjunto de urgências que nunca se resolvem de verdade.

O problema raramente aparece como falta de procura, mas como falta de organização.

Este guia parte desse ponto. A proposta é tratar a venda de seguros como uma operação estruturada, com processo e previsibilidade, e mostrar caminhos práticos para ganhar escala sem perder controle nem qualidade no atendimento.

Continue lendo!

Como estruturar um processo de vendas eficiente

Um processo de vendas de seguros eficiente organiza a rotina comercial em etapas claras, evita perda de oportunidades e permite escalar a venda de seguros com previsibilidade e controle. Ele define como o contato entra, como evolui e como vira contrato, sem depender de improviso ou memória.

Definição do perfil de cliente ideal (ICP)

Definir o perfil de cliente ideal significa decidir com clareza para quem a corretora quer vender e em quais casos faz sentido investir tempo e esforço comercial.

Trata-se de identificar os perfis que tendem a fechar, permanecer na carteira e manter uma relação saudável ao longo do tempo.

Sem esse recorte, a equipe atende todo mundo do mesmo jeito e paga o preço em conversão baixa e desgaste operacional. O ICP nasce da leitura da própria carteira, observando quem renova, quem contrata mais produtos e quem gera menos atrito no dia a dia.

Organização do funil de vendas

Organizar o funil de vendas de seguros significa transformar a jornada comercial em etapas claras e acompanháveis: prospecção, qualificação, apresentação da proposta, negociação e fechamento.

Cada fase indica exatamente em que ponto a oportunidade se encontra e o que precisa acontecer para avançar:

  • a prospecção gera contatos;
  • a qualificação filtra quem tem perfil real;
  • a proposta conecta cobertura e contexto;
  • a negociação ajusta expectativas; e
  • o fechamento formaliza o contrato.

O valor do funil está no acompanhamento — saber onde as oportunidades travam e onde o tempo de resposta compromete a conversão.

Uso de um software para gestão de relacionamento

Quando se fala em CRM para corretores de seguros, muita gente pensa só em organizar contatos e histórico de conversa. Mas, na rotina da corretora, a operação pede algo mais amplo.

Um software de gestão como o Gestor, da Agger, reúne relacionamento, carteira, financeiro e renovações no mesmo fluxo, o que muda o jeito de trabalhar. É ali que entram, por exemplo:

  • o controle de comissões;
  • os alertas automáticos de vencimento;
  • a organização das propostas;
  • a assinatura digital de documentos;
  • o acesso às informações pelo celular.

É a diferença entre sistema de gestão, multicálculo e CRM: o foco sai do acompanhamento de leads e passa para a organização da operação como um todo. Com isso, o atendimento ganha continuidade e a gestão passa a ter visão real do que está acontecendo.

Quais estratégias de marketing atraem mais segurados?

As estratégias de marketing para corretores de seguros que mais atraem segurados combinam visibilidade, confiança e previsibilidade de geração de demanda. Elas fazem a corretora ser encontrada, constroem autoridade antes da cotação e criam um fluxo constante de novos contatos qualificados para a venda de seguros.

Presença digital estruturada como ponto de partida da atração

A presença digital da corretora precisa funcionar como um ponto de entrada claro para novos contatos. Na prática, o visitante precisa conseguir rapidamente três coisas:

  1. entender o que a corretora faz;
  2. identificar se ali existe uma solução para o que procura; e
  3. saber como iniciar contato.

Quando site, perfil local ou versão mobile não cumprem esse papel, o interesse se dissipa antes mesmo da primeira conversa. O cliente volta à busca e escolhe outra opção, muitas vezes sem que a corretora perceba que aquela oportunidade sequer chegou a existir.

Para corretores de seguros, uma presença digital bem estruturada encurta o caminho até o primeiro atendimento. Menos esforço em apresentar a empresa e mais foco em facilitar o início da conversa.

O efeito aparece na qualidade dos contatos: menos abordagens descontextualizadas e mais pessoas com uma demanda concreta para tratar.

Conteúdo educativo para gerar confiança antes da cotação

Conteúdo educativo ajuda o cliente a entender o que está comprando antes de pedir preço. Textos, guias e materiais explicativos reduzem insegurança, organizam expectativas e qualificam o contato que chega até a corretora.

Em vez de começar a conversa do zero, o corretor de seguros passa a falar com alguém que já entendeu diferenças básicas de cobertura, riscos e critérios de escolha. Esse processo encurta o ciclo de venda de seguros e melhora a qualidade das negociações.

No fundo, o conteúdo funciona como um filtro inteligente entre curiosidade genérica e intenção real de compra.

Redes sociais como canal de construção de relacionamento e marca pessoal

Redes sociais funcionam melhor quando usadas para criar familiaridade e presença constante, não apenas para publicar ofertas. Mostrar bastidores, comentar temas do dia a dia do mercado e compartilhar orientações práticas ajuda a construir reconhecimento ao longo do tempo.

O cliente pode não comprar no primeiro contato, mas passa a associar a corretora a alguém acessível e confiável.

Quando surge a necessidade, essa lembrança pesa. O papel das redes aqui não é fechar vendas diretas, mas aquecer o relacionamento e reduzir a distância antes da abordagem comercial.

Captação ativa de leads com anúncios e materiais de valor

A captação ativa cria previsibilidade, porque não depende apenas de indicações ou movimento orgânico. Anúncios e materiais de valor funcionam como portas de entrada controladas para novos contatos, que chegam já ligados a um tema específico.

Quando bem planejados, esses canais permitem testar mensagens, públicos e ofertas com rapidez.

O ganho principal não está só no volume, mas na capacidade de ajustar o discurso e a abordagem conforme o tipo de lead que entra. Isso transforma aquisição de clientes em processo, não em aposta.

Parcerias como acelerador de novos negócios

Parcerias funcionam como canais indiretos de aquisição com alto grau de afinidade de público. Imobiliárias, contadores, despachantes ou empresas de serviços complementares já têm a confiança de quem atendem e podem indicar a corretora no momento certo.

O valor está na qualidade do contato, não apenas na quantidade. Quando a parceria é bem escolhida, o lead chega mais propenso a ouvir e fechar. Para funcionar, esse canal precisa de acordos claros, acompanhamento constante e troca real de valor.

Venda de seguros para pessoas físicas e para empresas

A venda de seguros muda bastante quando o cliente é uma pessoa física ou uma empresa, mesmo quando o tipo de seguro é o mesmo.

No B2C, o marketing costuma performar melhor quando leva rápido para a conversa:

  • presença local bem feita;
  • conteúdo que responda dúvidas comuns; e
  • entrada simples por WhatsApp ou formulário.

O tempo de resposta costuma decidir muita coisa aqui. Cotação que demora perde prioridade e abre espaço para o canal direto.

Já no B2B, o corretor precisa trabalhar com mais etapas e mais critérios. A decisão envolve quem solicita, quem aprova e quem vai acompanhar o contrato, então a comunicação precisa ajudar o cliente a justificar a escolha internamente.

Materiais que expliquem critérios de cobertura, cenários de risco e comparativos claros costumam funcionar melhor do que post genérico. Parcerias com contadores e consultorias ganham peso porque entram no fluxo quando a empresa já está avaliando contratação ou renovação.

Uso de automação para qualificar contatos desde o primeiro acesso

Automação ajuda a organizar o fluxo desde o primeiro contato, usando chats, formulários inteligentes e filtros iniciais para entender perfil e necessidade.

Em vez de todo mundo cair no mesmo atendimento genérico, o sistema já separa quem tem perfil imediato de quem ainda está em fase de pesquisa. Isso poupa tempo da equipe e melhora a experiência do cliente, que sente mais relevância na resposta.

A automação não substitui o corretor, mas prepara o terreno para a conversa começar em um nível muito mais produtivo.

Por que o multicálculo é importante para a produtividade?

O multicálculo aumenta a produtividade porque permite cotar e comparar várias seguradoras ao mesmo tempo, em um único fluxo, enquanto o interesse do cliente ainda está alto.

Em vez de entrar em vários sites e repetir informações, o corretor monta propostas completas em minutos, com preços e coberturas lado a lado.

Sem esse recurso, cada cotação vira um processo manual demorado, sujeito a erros e difícil de escalar.

Com o multicálculo, o esforço operacional cai, o tempo de resposta encurta e sobra mais espaço para o que realmente influencia a decisão: explicar diferenças, ajustar coberturas e conduzir a escolha com critério.

Além de acelerar o dia a dia, o multicálculo muda a qualidade da conversa. A comparação simultânea permite sair da discussão focada só em preço e entrar em uma análise mais equilibrada entre custo e proteção, reforçando o papel consultivo da corretora na venda de seguros.

Como funciona a venda consultiva de seguros, na prática?

A venda consultiva de seguros organiza a conversa comercial em torno do contexto do cliente — não apenas do produto. Em vez de partir direto para preço e cotação, o corretor de seguros começa entendendo cenário, riscos, prioridades e momento de vida ou de negócio.

Esse tipo de abordagem tende a gerar propostas mais aderentes, reduzir objeções e construir relações mais estáveis ao longo do tempo.

Como conduzir a conversa de diagnóstico

Uma boa venda consultiva começa com perguntas bem escolhidas. O objetivo da conversa inicial é mapear exposição a risco, rotina, patrimônio, dependências financeiras e planos futuros.

Esse levantamento evita propostas genéricas e ajuda a conectar cobertura com realidade concreta. Quando o cliente percebe que o corretor de seguros entende o contexto antes de falar de produto, a conversa muda de tom e a confiança cresce naturalmente.

Scripts como apoio, não como roteiro engessado

Scripts ajudam a organizar a conversa e garantem que pontos importantes não fiquem de fora. Eles funcionam como uma estrutura para orientar a ordem dos temas, sugerir perguntas e manter o foco no diagnóstico.

Quando usados desse jeito, evitam esquecimentos e dão mais consistência ao atendimento. O cuidado necessário está em manter a conversa viva e adaptada ao perfil de cada cliente, sem transformar o atendimento em repetição mecânica.

Como lidar com as objeções mais comuns

As objeções mais comuns em venda de seguros quase sempre giram em torno de três pontos: preço, dúvida sobre cobertura e indecisão sobre o momento de fechar. O primeiro passo para lidar com elas é entender qual desses fatores está por trás da resposta do cliente:

  • quando a objeção é preço, a conversa precisa voltar para o risco e para o impacto financeiro de estar descoberto;
  • quando a objeção é dúvida, o foco deve ser esclarecer o que está e o que não está protegido;
  • quando a objeção é timing, vale investigar o que está travando a decisão.

Objeção raramente se resolve com contra-argumento pronto. Ela se resolve quando o cliente percebe que a proposta faz sentido dentro do próprio contexto, o que exige:

  • escuta;
  • retomada do diagnóstico; e
  • muitas vezes, pequenos ajustes na cobertura ou na forma de apresentar a solução.

O objetivo não é “ganhar a discussão”, mas remover o que está impedindo a decisão.

Follow-up: quando insistir e quando recuar

O follow-up precisa seguir um critério simples: ele faz sentido enquanto a decisão ainda está aberta.

Se o cliente pediu proposta, fez perguntas e demonstrou envolvimento, o acompanhamento organizado evita que a decisão fique travada por detalhes pendentes ou simplesmente perca prioridade na agenda do cliente.

Nesses casos, retomar contato serve para esclarecer pendências e facilitar a tomada de decisão.

Por outro lado, quando o cliente evita responder, não avança na conversa ou deixa claro que não pretende decidir naquele momento, insistir passa a desgastar a relação. Aqui, o melhor caminho é recuar, registrar o contato e retomar no futuro com outro contexto.

Um bom processo de follow-up separa quem está adiando de quem realmente não está no momento de compra, sem queimar relação nem tempo da equipe.

Como fidelizar a carteira e gerar receita recorrente?

Fidelizar a carteira significa manter o cliente ativo, satisfeito e presente ao longo do tempo, reduzindo cancelamentos e aumentando o valor gerado por cada relacionamento. Na venda de seguros, isso depende menos de preço e mais de acompanhamento, oportunidade e organização.

Pós-venda ativo e humanizado

Pós-venda ativo significa continuar presente mesmo quando não existe um problema ou uma renovação imediata em jogo. O contato pode acontecer por meio de:

  • orientações simples;
  • lembretes de prevenção;
  • avisos relevantes; ou até
  • mensagens em datas importantes.

Esse acompanhamento mantém a corretora viva na memória do cliente e reduz a chance de ele buscar outro canal quando surgir uma nova necessidade.

Mais do que frequência, o que conta é pertinência. O cliente precisa sentir que existe atenção real, não apenas um lembrete automático quando chega a hora de renovar o contrato.

Estratégias de cross-selling e up-selling

Cross-selling e up-selling aumentam o valor da carteira ao oferecer produtos que fazem sentido para o mesmo cliente.

Quem já tem seguro auto pode ter uma lacuna clara em residencial. Um empresário pode ter exposição financeira ligada à própria renda, à sucessão ou à continuidade do negócio, o que abre espaço para seguros de vida, responsabilidade civil ou proteção patrimonial.

Quando a oferta nasce de uma leitura correta do perfil e do momento, ela entra na conversa como continuação lógica do atendimento. Esse movimento amplia o LTV do cliente e reduz o custo de aquisição, usando a própria base como fonte recorrente de crescimento.

Gestão antecipada de renovações

A gestão antecipada de renovações reduz perdas silenciosas e protege a carteira da concorrência.

Quando o corretor acompanha vencimentos com antecedência, ganha tempo para revisar coberturas, ajustar valores e conversar com o cliente antes que ele comece a pesquisar por conta própria.

Isso muda completamente a dinâmica da negociação, porque a relação já está estabelecida e o foco passa a ser adequação, não substituição. Além de preservar contratos, esse controle evita correria de última hora e melhora a previsibilidade de receita ao longo do ano.

Quais erros impedem o crescimento da corretora?

Os principais erros ao vender seguros que impedem o crescimento de uma corretora são focar apenas em preço, demorar para responder cotações, não ter controle claro das comissões e resistir à organização e digitalização dos processos.

Esses problemas travam a escala porque aumentam o retrabalho, reduzem a conversão e tornam a operação dependente de esforço individual.

O foco exclusivo em preço é um dos atalhos mais comuns para esse tipo de bloqueio. Quando toda a conversa gira em torno de ser mais barato, a corretora perde margem, perde espaço para canais diretos e enfraquece o próprio papel de orientação.

Preço sempre entra na conta, mas raramente sustenta uma relação estável quando não existe clareza de cobertura, risco e adequação ao perfil do cliente.

Outro erro recorrente aparece no tempo de resposta. Em um mercado onde o cliente pesquisa e compara rápido, atraso na cotação costuma significar perda de oportunidade.

Cada hora a mais aumenta a chance de a decisão acontecer em outro lugar. Sem processo e sem ferramentas, essa demora vira parte da rotina e começa a corroer a taxa de fechamento.

Também é comum encontrar corretoras sem controle financeiro consistente sobre as próprias comissões.

Sem visão clara de recorrência, concentração de receita e dependência de poucos contratos, a gestão perde capacidade de planejar crescimento. O comercial até funciona, mas a empresa não consegue transformar esforço em previsibilidade.

Por fim, existe a resistência a organizar e digitalizar a operação. Manter a rotina apoiada em planilhas soltas, e-mails espalhados e controles manuais cria gargalos que só aparecem quando o volume aumenta.

Nesse cenário, o crescimento evidencia fragilidades operacionais que antes não apareciam.

Como preparar a corretora para crescer sem depender de uma única pessoa?

Toda corretora que cresce chega a um ponto em que o volume começa a depender demais da agenda e da energia de poucas pessoas.

A partir daí, escalar exige organização de rotina, divisão de responsabilidades e formação contínua para sustentar o crescimento sem comprometer a qualidade do atendimento.

A importância de formação contínua em vendas

A formação contínua em vendas possibilita corrigir vícios de abordagem e atualizar a maneira como a corretora conversa com o mercado. O produto muda, o perfil de cliente muda e as objeções mudam junto.

Sem revisão periódica de discurso, perguntas de diagnóstico e condução de negociação, a taxa de conversão começa a cair sem que isso fique evidente no início.

Na prática, formar a equipe de corretores de seguros significa revisar atendimentos reais, ajustar argumentos, treinar leitura de contexto e padronizar o mínimo necessário para que o resultado não dependa só de talento individual.

Quando faz sentido montar uma equipe comercial

O momento de montar equipe chega quando a corretora começa a perder oportunidade por falta de tempo. Se propostas atrasam, follow-ups ficam pelo caminho e o atendimento vira fila, o gargalo está dentro da operação.

A decisão de montar time um time de corretores de seguros não resolve sozinha o problema, mas permite distribuir funções, separar atendimento de prospecção e organizar o fluxo de trabalho. Sem essa divisão, o crescimento fica preso à agenda de uma única pessoa e tende a estagnar.

A diferença entre vender sozinho e ter uma operação que escala

Vender sozinho concentra decisão, conhecimento e relacionamento em uma única figura — o que funciona somente enquanto o volume é controlável. Uma operação de venda de seguros que escala funciona de outro jeito:

  • processos documentados;
  • rotinas claras;
  • indicadores acompanhados; e
  • responsabilidades distribuídas.

A liderança dedica menos tempo a apagar urgências e mais tempo a ajustar processo, rotina e indicadores.

Esse deslocamento de foco reduz perdas por atraso, organiza o acompanhamento do funil e deixa as metas mais coerentes com a capacidade real da operação. Com isso, a corretora passa a trabalhar com menos variação de resultado e mais controle sobre o próprio ritmo de crescimento.

Aumente suas vendas de seguros com tecnologia e gestão integrada

Ao longo deste guia, uma coisa fica clara: escalar a operação depende de organização e capacidade de manter controle mesmo quando o volume cresce.

Para corretores de seguros, esse equilíbrio pesa diretamente no dia a dia comercial, já que o cliente decide rápido, compara com facilidade e espera respostas no tempo certo. Processos improvisados e rotinas presas ao escritório costumam cobrar esse preço em atraso, retrabalho e perda de oportunidade.

Ferramentas de gestão entram justamente para aliviar essa pressão cotidiana. Soluções como o Gestor, da Agger, ajudam a estruturar processos, organizar a carteira e dar visibilidade ao que acontece na operação comercial e financeira — e esse controle não precisa ficar restrito à mesa.

Com o Gestor Mobile, por exemplo, o corretor acessa informações de clientes, consulta apólices e acompanha dados essenciais pelo celular — o que traz mais agilidade para o atendimento e para a condução das negociações no dia a dia.

O sistema principal concentra processamento e segurança no ambiente de trabalho, enquanto o acesso móvel garante mobilidade para quem resolve coisas fora da base fixa.

No fim, a rotina fica mais fluida, com menos dependência de planilhas e menos perda de informação no caminho, algo que impacta diretamente a consistência da venda de seguros.

A própria escala da Agger ajuda a dimensionar esse cenário. Com mais de 30 anos de atuação, presença em 95% dos municípios brasileiros e mais de 50 milhões de cotações por mês, a empresa conecta corretores de seguros, segurados e seguradoras em todo o país.

Um volume desse tamanho só se sustenta com método, processo e tecnologia funcionando juntos, criando a base para uma operação mais previsível e preparada para crescer.

Há mais detalhes sobre essa abordagem de gestão na página do Gestor da Agger. Acesse hoje mesmo!

Em resumo

O que é preciso para vender seguros?

Para a venda de seguros, é preciso ter habilitação legal, conhecer os produtos, entender o perfil do cliente e trabalhar com processo, organização e ferramentas que permitam cotar, acompanhar propostas e gerir a carteira.

Quem vende seguros?

Seguros são vendidos por corretores de seguros habilitados, que atuam como intermediários entre o cliente e as seguradoras, orientando, cotando, negociando e acompanhando contratos e renovações.

Qual é a função do corretor de seguros?

A função do corretor de seguros é orientar o cliente, entender seus riscos, comparar opções entre seguradoras, montar a proposta mais adequada e acompanhar o contrato ao longo do tempo, incluindo renovações e suporte em caso de sinistro.

Foto de Redação Agger

Redação Agger

Há 30 anos no mercado, a Agger, parceira de corretores com a maior plataforma de gestão e cotações de seguros do Brasil, é uma empresa líder em número de clientes e em geração e análise de dados de seguros. A empresa, que está presente em 95% dos municípios brasileiros, oferece a melhor combinação de soluções para conectar corretores, segurados e seguradoras e está transformando a distribuição de seguros no Brasil. Por meio da Plataforma Agger, que atende um terço dos corretores ativos no Brasil, possui mais de 16 mil clientes e uma base de mais de 86 mil usuários, realizando mensalmente mais de 50 milhões de cotações de seguros. Além disso, a empresa atua em 15 ramos de seguros e mais de 40 seguradoras credenciadas.

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